Se paro para pensar vejo que conseguimos 'ajeitar' a vida. Mas faz uma falta tão grande e parace que a viajem nunca vai terminar e é difícil demais constatar que eles não entraram pela nova porta da sala.
Eles estão olhando por nós, mas a distância, o não contato doi. Corroi.
Esses dias fomos buscar a placa que ficará fixada no túmulos dos meus avos. É esquisito demais ver o início e a data da partida. É muito estranho olhar e dizer com um sorriso amarelo "ficou bonito". O que de fato era bonito era a risada solta e as conversas jogadas foras na mesa do café.
Faz uma falta tão grande que não existe coração que suporte. No meu peito tento guardar a lembrança bonita, engraçada, honronsa que eles foram.
Meus pais com açúcar. Meus anjos!
Saudades que não passa, que nunca vai passar!
Eu amo tanto!!
Dois anos...dois anos...o tempo corre...
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Dois anos...
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quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Bruno
Eram quatro e de repente ficaram três chorosos. Irmãos, feitos na mesma forma, iguais e diferentes ao mesmo tempo.
Do sorriso cativante ao semblante imóvel naquele caixão. Nada explica a loucura de uma pessoa. Nada explica e se faz entender por que tudo aconteceu de forma tão bruta, tão inesperada.
Eu te conheci pouco, mas gostava de ver a sua intensidade na vida, suas artimanhas. Mas com aquele olhar de bom menino.
Eu me preocupo com os seus, tento cuidar, porém sou estabanada e tenho medo de ferir.
Encontre a luz meu cunhado querido. Que Deus ilumine e guie seu novo caminho!
Sempre que tocar Raul me lembrarei de você.
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Preciso te contar...os segredos do meu coração...
Hoje somos diferentes daquele mês de outubro debaixo dos lençóis de sua cama.
Somos complexos, sem muito nexo, mas com uma constante confusa.
É um texto perdido de vontades reprimidas e palavras proferidas ao léu.
Se pudesse te dizer as vontades que tenho. Você falaria das expectativas diferentes que bloqueiam os sonhos.
Eu não tenho nada. Eu só deixo que as coisas rolem de forma simples, como você me pediu. Mas tenho receio de que isso tudo se transforme em nada. Se perca por destinos separados de propósito.
Eu estou confusa, um tanto insegura. Nem a chuva me acalma.
Sinto uma vontade louca de tocar a sua boca. E dizer entre respirações ofegantes que podemos ser mais que suor, calor, orgasmos.
Sei que estamos indo em uma estrada florida. Mas não há garantias de amor e nem mesmo de dor. Não esperar nada é estranho. Uma incerteza quase certa.
O toque é necessário para transformar sentimentos. Me confundo entre lágrimas de risos abafados.
Estou pensando constantemente em você. Estranhamente "aquele cara da internet" grudou na minha mente como uma música. Uma visão linda e feliz.
Eu sinto que podemos viver muitas coisas. Mas os seus medos tem que parar de aumentar os meus.
Gosto, não amo. Posso um dia amar. Gosto e isso não quer dizer nada demais.
Gosto de estar perto, sentindo a pele, a respiração e o sorriso.
Gosto e quero um dia quem sabe te amar.
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
É...
Certa vez fui me confessar e algo me perturbava. Havia um conflito grande entre minha irmã e minha prima, envolvia calúnia e coisas bem pesadas e mal faladas. Precisava conversar com alguém que pudesse acalantar meu coração e procurei um padre e perguntei:
- Padre, mas ela é da minha família. Não temos que cuidar dela e perdoar?
Ele me respondeu:
Sim, minha filha temos que perdoar. Porém Jesus nos ensinou a separar o joio do trigo, para colhermos somente bons frutos. E sua família é quem convive com você em casa, diretamente. Os tios, primos são família, porém é diferente a relação, você não precisa acatar os erros, mas pode perdoar.
Fiquei mais calma. E o tempo passou e a vida se encarrega de fazer com que as pessoas, no caso à pessoa, a reconhecer o erro e pedir perdão. Foi o que aconteceu e hoje está tudo bem. Porém essa conversa com o padre me serviu para a vida toda.
Com a morte dos meus avos, o que vem causando discórdia na minha família é a herança. Nunca imaginei que meus tios fossem pirar por alguns bons trocados a ponto de querer o mal a uma irmã e de quebra prejudicar a outra. Dinheiro corrompe as pessoas, eu sabia disso, mas não imaginava o quanto isso poderia ser profundo.
Fico triste, porém penso que eles são joios a serem separados.
O que me deixa de certa forma chocada é como um se diz tão religioso. Tão família e faz algo desse tipo. Desdenha de uma irmã que abandonou a sua casa para cuidar da mãe doente e nunca cobrou nada por isso. Fez por amor. Me explica como alguém pode ser ganancioso e mau agindo assim?
Como uma pessoa que comunga e vai à missa todo santo domingo esquece o que é o perdão? Pois diz com a boca cheia que não quer mais papo com ela, isso por que ela é que foi mais ofendida. Penso que até rezar o simples Pai-Nosso é hipocrisia por parte dele, afinal como fica a parte “Perdoais os que nos tem ofendido e não deixei cair em tentação”. A tentação nesse caso é o dinheiro. A ganância desenfreada que destoa. Não gosto de julgar ninguém, porque não sou de fato alguém.
Deus nos dá a cruz que podemos carregar. Todo mundo está cheio de problemas, todo mundo tem alguém doente, alguém triste, alguém desempregado, todo mundo está sem grana. Todo mundo tem problemas e ninguém tem nada a ver com isso. Penso que isso é a forma mundana de ver o mundo e não uma forma cristã.
Afinal aprendemos amar uns aos outros, não? Para que serve horas e horas de retiro, missa, comunhão semanal, diária se não conseguimos impregnar no coração o amor ao próximo. Se você não consegue por amor perdoar sua irmã, como você pode dizer que ama e teme a Deus? É complexo demais.
Já o outro tio, bom eu sempre admirei muito. Não que eu não admirasse o outro, lógico que sim, super batalhador, engraçado e dedicado. Porém esse outro era como um segundo pai, sim meu vô era o primeiro e o biológico fica pra depois. Um tio bravo, porém engraçado, desajeitado, mas amoroso. É o que hoje está melhor, formado, casa boa, filho na faculdade, nora gente boa, mulher dedicada. Porém ainda tento entender o porquê da birra contra a irmã e a magoa contra a outra. Ninguém parou para pensar nelas, sempre empurrando garganta a baixo o que eles acham melhor, pra eles claro! Eu tento entender, mas não consigo e como uma pessoa estressada que sou fico muito “puta” com tudo isso.
Hoje não espero muito deles. Só espero cobranças, ironias e piadinhas sujas.
Porém, acho que eles conhecem bem a sobrinha que tem. Sou estressada e se precisar ser má eu sou. Não ligo para o que eles pensam, sempre viram eu e meus irmãos como um bando de polacos com opiniões demais, maldade demais, de sangue ruim e muita petulância. Mas se tem uma coisa que não somos é hipócritas. Isso não.
Fidelidade é questão de amor. E penso que eles desconhecem completamente o que é o amor.
Espero que minha tia opere e fique boa de corpo e mente. A cura vem da mente. Não se pode ter medo quando de confia em Deus.
Espero que meus tios coloquem a mão na cabeça e reflitam no mal e na tristeza que eles vêm causando. Sim, eles são a causa da discórdia.
E é como eu disse a minha mãe e minha tia. “Se me sobrar vocês e for sincero, para mim está muito bom.”
E o natal? Antes era tudo uma farsa, algo para manter a aparência de uma família falida. Sim, falida. Pois, se fossemos mesmo uma família. Hoje tudo estaria em céu azul, na paz.
“A glória será o prêmio do sábio, a ignomínia será a herança dos insensatos” (Provérbios 3)
“Preserva tua boca da malignidade, longe de teus lábios a falsidade!” (Provérbios 4)
É, pronto, desabafei um pouco.
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sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Eu reclamo e você?!
Reclamações são inerentes ao humano. Sempre em todos os lugares estamos reclamando e querendo alguma melhoria. Você não se questiona, apenas quer muitas mudanças e que elas ocorram rapidamente, como um flash
Reclama que dói a mão, que o pai não emprestou o carro ou que a irmã usou a sua roupa preferida. Reclama se está sol demais, calor demais e se esfriar e chover. Pronto o mundo cai.
Reclamar é o ponto alto da vida de muitos. Mas o que elas estão fazendo para modificar? Muitas vezes só estão reclamando mesmo.
Certa vez uma minha, reclamando, me disse que eu era muito crítica e que isso acabava ferindo as pessoas. E ela falou isso em tom de reprovação e estava brava. Sabe quando sua mãe puxa sua orelha por ter deixado o copo na sala? Foi algo assim. Eu fiquei surpresa e um pouco chateada.
Depois de muito tempo eu percebi que eu sempre tinha uma crítica a fazer. Que não concordava com um monte de coisa e não encontrava as palavras certas para dizer:
- Hey! Eu não gostei disso e nem daquilo. Não concordo.
Daí eu fiquei pensando nas palavras da minha amiga, mas acho que ela podia ter sido mais assertiva quando disse aquilo. (sim estou criticando a abordagem dela haha)
Eu tentei melhorar, porém me calei.
E hoje eu vejo que ser crítica não é tão ruim assim. É só questão de saber expressar o que está sentindo. E eu ando me complicando quando o assunto é demonstrar os sentimentos.
Porém não gosto deles "velados". Sempre fui distraída nesse lance de dizer o quanto tal pessoa é importante. Sempre pequei. Porém hoje eu dou a cara à tapa. Estou querendo ser um pouco feliz e acho que isso é necessário. Enfim...
E eu tenho um monte de coisa para reclamar, mas vou deixar para lá.
E tenho também um monte de sentimentos para contar...
;)
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quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Detalhes....
É incrivel como o seus detalhes me encantam. sua mão branquinha é tão linda, algo que não sei explicar.
Na verdade eu não consigo entender o que vem acontecendo dentro de mim. sentimentos demais, alguns felizes outros tristes. uma mistura que anda me tirando o pouco sono que tenho. não reclamo, não acho ruim. estou bem. durmo pouco, mas bem, entende?
Depois de algumas palavras eu me senti meio idiota de ter mostrado aquele poema. de que vale aquelas palavras se você acha essa métrica barata? fiquei tempos pensando nisso e meu rosto corava de vergonha. mas é bom saber os seus pensamentos. mesmo me envergonhando daquele texto. =/
Du queria ter você mais perto. conhecer mais você, porém eu não insisto eu não peço nada. tudo tem um tempo e eu sei ser tolerante.
Às vezes preciso de um texto barato e um vinho ainda mais chinfrim para inebriar os meus pensamentos e sentimentos.
Eu estou precisando de mudanças, de sorrisos novos, de uma casa nova (vou ter que me contentar com um quarto semi-novo hahaha), preciso voltar a estudar, mas não sei o que. Quero algo que me motive, que eu me apaixone. Pois eu estou cansada de fazer clipping, é muita rotina para uma jornalista só. É eu preciso de um emprego novo e de mais dinheiro. Mas eu me sinto feliz. Ando rindo dessas situações, pois eu não quero mais chorar.
E queria te convidar para ser feliz comigo, vem?
;)
[não seja indiferente, pois eu sou ainda pior]
;P
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008
....
Estranhamento o sono me consome esses dias. Quero dormir e tenho preguiça de olhar para as pessoas.
Ontem seu cheiro invadiu meu travesseiro. Sempre tentei entender essa invasão e culpo a saudade descabida que sinto e a falta que você faz no meu dia-a-dia. Isso não me faz triste e sim me deixa frustrada. Isso sim!
Eu ando muito esquisita e estou tentando encontrar respostas para perguntas que ainda não ousei fazer. Mudei em muitos aspectos e me sinto ainda mais fora do mundo e essa cidade chinfrim.
Estou buscando coisas novas desesperadamente. Uma cor, um sorriso, um filme ou uma conversa sincera com um desconhecido (a) no ônibus.
Os sentimentos permanecem e isso de alguma forma me faz feliz.
^^
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sexta-feira, 25 de julho de 2008
Okay
Eu quero que chova uma semana inteira, e assim quem sabe minha alma fica mais leve, mais calma e menos aflita. Afinal eu estou assim por quê?
Eu sempre fui tranqüila, sempre soube esperar o momento exato de dizer o que achava certo ou errado. Agora me perco entre palavras e versos, num misto de certeza e burrice.
Às vezes vejo dentro de mim sentimentos que não combinam comigo.
Eu não gosto de me sentir fracassada, sem objetivos, sem chão.
Eu não gosto de sentir tantas dores. Eu não quero ser muitas vezes o que tenho que ser.
Não vou entrar em nenhum jogo, a não ser o buraco durante o final-de-semana com a minha mãe. Não vou ficar com dúvidas, me ensinaram a perguntar.
Esperando a chuva, como quem espera o telefonema que nunca vai vir.
É um espera maluca e estressante.
[você pode vir deitar aqui do meu lado...]
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segunda-feira, 21 de julho de 2008
Entre aspas...
Eu me perdi em jardins conhecidos e entre flores amarelas e outras laranjadas onde encontrei um sorriso que me encantou.
Não buscava nada, só queria mesmo a leveza das borboletas e o vento fresco no rosto. Resolvi simplificar os sonhos e vê-los crescerem. E talvez eles dêem alguns frutos.
Eu prometi muitos abraços apertados em uma tarde qualquer e têm muitos deles guardados a espera de outros braços.
E quando peço que me abrace é porque quero ver as estrelas de mais perto e eu sei que você irá me tirar do chão. É, talvez eu esteja me apaixonando, perdendo um pouco do meu controle habitual, mas isso tem me preocupado pouco.
Faz quando tempo desde aquele abraço em meio ao frio e as pessoas estranhas? Já faz tanto tempo que não sei...
15/07/2008 (planilhas, reportagem e fumaça)
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terça-feira, 8 de julho de 2008
Multipolar...
Meus impulsos burros e palavras formando uma frase sem nexo.
Eu ando tão cinza que me irrito ate com um bom dia. Alguém, por favor, jogue cores nas minhas telas...
Talvez a indiferença fosse melhor esse mês. Por que não sigo o que penso normalmente?
Por que tenho que ultrapassar aquelas barreiras para depois me arrepender?
Planejar faz com que os rumos se percam e eu gosto do que me palpável.
Eu quero respostas e eu não quero pensar.
Hoje sou eu que digo “Eu queria que tudo fosse mais fácil, mas acontece que sou uma tempestade ambulante e não tenho previsão de dias claros...”
Não me provoque. Estou a flor da pele, meu querido...
[texto velho que se encaixa nos meus dias. eu tenho muita coisa escrita, em cadernos diversos e perdidos.]
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Quem sou eu?!
Eu sei que ando bem estranha e tenho certeza que sou a pior companhia do momento.
Eu sei que estou indiferente e cheia de incertezas.
Porém pedir colo e um sorriso não me parecer ser muita coisa!
Eu quero paz. Eu quero ser feliz, mas acontece que sou triste.
Alguém me ajuda?
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sábado, 5 de julho de 2008
Estranha
Quando acordo cedo apos uma noite mal dormida me vem seu sorriso e as cores comecam a surgir de forma simples e assustadora. Eu nao posso e assim como voce eu tenho medo de pular de cabeca nessa loucura.
Mesmo achando boas todas as sensacoes que venho sentindo, eu tenho medo de me envolver sozinha e acabar olhando as estrelas com lagrimas nos olhos.
Tudo tem um fundamento. Tenho traumas de casos antigos e de outros com pequenas demais.
eu quero sorrir sem preocupacoes e te ver sorrindo e de alma leve.
Nao sei o que vai ser desse lance. Realmente estou pagando pra ver no que da essa sincronicidade maluca e feliz.
Peco que voce pare de ser tao parecido comigo. Mesmo nao acreditando que EU seja tao encantadora...
Eu nao quero, mas eh dificil nao pensar em vc!
Hoje estou me sentindo vazia. Longe de tudo! Muitos pensamento e coisas misturadas. Eu nao sei explicar, eh cedo demais pra muitas coisas e talvez isso seja bom e me supreenda..eu nao sei e de verdade...as vezes eu apenas quero segurar na sua mao e te abracar forte e esquecer que existem outras coisas, outros problemas. Mas eh tao dificil te encontrar...
Eu nao sou ninguem...nao faz diferenca se eu estiver por aqui....ou bem longe daqui!
[teclado desconfigurado e blabla[
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quarta-feira, 11 de junho de 2008
Ahhhh
Mentalizar seu sorriso fácil e aquele olhar penetrante
Algo que quero roubar pra mim e esconder aqui
Rezei um tempo para me livrar de um amor
Como pude me envolver num beijo?
Escorregando entre meus dedos todos os sentimentos e a
Lucidez da minha vida racional sumindo no ar
Onde encontrar seu cheiro doce?
Sincronizar uma balada qualquer pra te ninar
Antes um desconhecido, hoje alguém que quero perto, muito perto
Rindo, caminhando e com seu jeito bonito de fotografar
Demorei dez anos para enxergar qualquer pessoa, e você apareceu
Eu sei que não posso me apegar, me apaixonar... Eu tenho medo!
Logo você vai embora e tudo volta a ser como antes...
Algo cinza ou distante.
Ainda bem que “amizade é um amor que nunca morre”, como dizia o poeta.
Poema precoce...muito precoce!
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sexta-feira, 6 de junho de 2008
Entrelinhas...
Borboletas pousam em meu ombro e sobrevoam meus pensamentos como se trouxessem informações vitais as minhas ilusões.
Inebriada perante as lembranças que estão tatuando toda minha alma, estou imóvel, inerte a torrentes saudades dos tempos inexplicáveis.
Ando alucinada, muitas palavras estão brotando a cada segundo na mente e meus textos se perdem por falta de papel e pena. Situação clichê de minha vida.
Hoje peguei seu telefone e disquei seu numero que não chamou por falta de coragem. Pequenas coragens estão em falta e essa proximidade bloqueia meus sorrisos que ficam guardados na escuridão dos seus olhos.
Eu não entendo as suas novas canções, sua poesia guardada. Eu nem as vejo de fato.
Ultimamente tenho desejado que chuva caia interrupta para que o nosso filme se repita na mente com a melodia perfeita dos seus pingos.
O seu cheiro de banho invade todos os lugares e os meus sonhos são palpáveis e eu sinto o seu toque, suas mãos, sua barba...
Não sei onde estou pisando e se o chão dessa sua nova paixão é seguro e não seu qual vai ser o tamanho do seu tombo.
Entre meus travesseiros eu toco a saudade que sinto do seu corpo, da presença do seu amor.
[texto antigo...antigo...mas que de certa forma se encaixa na minha vida hoje]
:)
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terça-feira, 20 de maio de 2008
.
Meus olhos estão pesados, meu corpo dói. Falta compreensão, falta, falta tanta coisa...
Falta alguém no quarto ao lado. Falta o café no fim da tarde e as caronas até o bairro ao lado. Falta o vô, a vó, o tio e um amor.
Mesmo em busca de novidades o cinema no final de um domingo, um filme clichê e um café são coisas que me dão prazer, me fazem sorrir levemente...
Ontem me dei conta que já se passaram seis meses que eles não estão mais aqui, seis meses que não ouço as vozes, os sorrisos, as birras, as piadas e tantas outras coisas.
Seis meses...
...Não grite e nem cante nada pra mim durante esses dias. Obrigada!
[é...mais um texto sem pé nem cabeça...enfim]
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quarta-feira, 23 de abril de 2008
Aleatoriedades...
Faz um bom tempo que estou tentando escrever qualquer coisa que ajude a tirar algumas informações da cabeça. Estou tentando usar a escrita como um tratamento homeopático, mas ando bem falha no meu tratamento doido.
As palavras bonitas estão fugindo rapidamente da minha cabeça e quando elas vem eu estou em trânsito, não sabe o que é isso?
Eu explico...é quando estou a caminho de algum lugar e não tenho nem papel, nem caneta, nem palm, nem teclado pra escrever, sacou?!!
E como um pessoa esquecida que sou quando consigo um papel qualquer as palavras se foram...e eu não consigo mais juntar e as incoerências da minha mente se perdem.
Essa noite eu tive sonhos, faz um bom tempo que não os tenho por causa do remédio para dormir, e eles foram estranhos. Um amigo querido me contava que estava muito doente... depois muita chuva... pessoas estranhamente excitantes e mais chuva. E eu acordei com preguiça de ir trabalhar e ver tevê...anyway
É...eu vejo bastante tevê no trabalho,ossos do ofício, e quem me conhece sabe o quanto eu AMO assistir televisão, tudo bem que eu assisto os telejornais, porém cansa ver a cara dos mesmos apresentadores e entrevistados diversos...mais como eu disse ossos do ofíiiiiicio tão amado de jornalista, assistente de comunicação ou sei lá que eu faço...
Bom...vou embora por que hoje o dia já acabou...
Ah! Eu nem senti o tal tremor de terra, alguém sentiu?
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quarta-feira, 19 de março de 2008
Coisas de ontem
A vida é muito mais complicada que um maldito seriado de tevê. Poderia apertar o play e tudo ir se ajeitando de uma maneira lúdica e engraçada. Mais é melhor sacudir a poeira com um samba antigo e gargalhar diante da desgraça alheia, ou melhor, não tão alheia assim.
Não dá pra conversar, sentar num bar e tirar todas as dúvidas. De fato tenho muitos porquês, porém eles não querem respostas dissimuladas.
Hoje foi um dia comum, um cinema amigo, bom filme e uma conversa de estranhos. Não gosto do clima nos envolve. Da superficialidade do toque, da distância forçada.
É tão óbvio quando algo vai acontecer, ou não. É tão claro quando você quer ser correto demais, amigo demais, muitas máscaras desnecessárias. Você não precisa se fantasiar pra mim. É como você disse certa vez que te conheço tanto que te assusto. O que é uma pena!
Acima de tudo somos amigos, sempre fomos mais amigos do que casal e mais casal que muito casal. Essa complexidade toda me esgota, sufoca e me faz também a mulher mais feliz, isso quando as coisas estão naturalmente cada uma no seu lugar.
Aquele lugar onde não existe medo de tocar, medo de sentir ou de gritar que somos o que há de melhor... E fim.
Talvez muitas das coisas que você me falou hoje tenham sentido. Ou são apenas mentiras que você necessita acreditar. Hoje havia um clima de somos amigos-irmãos, de ambas as partes, e não podemos fazer nada mais além do que dar as mãos.
Mais a verdade é que somos amantes seja isso velado ou não.
Eu te amo! Por que é amor mesmo que mude!
[amante: 1 - adj. Que ama. S2g. Quem ama, apaixonado.]
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domingo, 3 de fevereiro de 2008
Quando você pensa que as coisas estão se ajeitando tudo começa a desmoronar na sua vida. Muitas brigas infundadas, discussões que só servem para magoar.
Eu estou cansada e me vejo sozinha diante do tiroteio. Muitas ingratidões, muitas coisas jogadas ao vento nada com uma lógica.
Estou cansada de me olhar para lado e não ver uma solução possível.
Não há o que se fazer diante da tristeza da minha mãe, da confusão da minha irmã e muito menos da indiferença do meu irmão. Como curar tantas feridas?
Eu quero desaparecer mesmo sabendo que não é a coisa certa a se fazer. Mais o que é certo?
É muito difícil buscar um abrigo e só encontrar tempestade. Ver as pessoas distantes, se ver longe de qualquer contato que te socorra. Não cobro atenção de ninguém, por que de fato não há o que se fazer além de ouvir histórias amargas. E muitas vezes não quero falar nada, nem explicar o que acontece de fato. Quero apenas um colo onde eu me sinta segura.
Depois que meus avozinhos se foram parece que todas as coisas se desajustaram ninguém consegue ser delicado com ninguém. Cada um no seu modo de ver o mundo, cada um machucando ainda mais o outro. É um inferno...
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Dor
Quando deitei em minha cama naquele chuvoso primeiro de janeiro de dois mil e sete. Imaginei um ano bem melhor do que tinha passado. Que tinha me sufocado, que tinha acontecido tanta chateação.
Nunca imaginei o quanto esse ano podia terminar pior. Às vezes me pego perguntando onde estão? Por que meu avô? Por que minha avó? Por que o meu tio? Por que tudo de uma vez?
São respostas que nunca eu terei. E também nunca vou entender o que se passou naquele mês de novembro. Mês cinza. Mês ruim demais.
Sem nenhum plano ou expectativa para esse ano que vai entrar. Só quero tranqüilidade.
:/
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terça-feira, 13 de novembro de 2007
Saudade gritante...
Seus dedos finos e claros, sua mão esquerda sobre a direita com aquele terço brilhante e delicado. Uma mão tão bela, uma face descansada. Uma cena que não consigo esquecer.
É eu sinto saudades do cheiro do seu café, da forma como você implicava com meu modo de fazer pão.
Eu sinto saudades da sua braveza, da sua gargalhada solta, das piadas infames e cheia de besteira pra uma avozinha. Não dá pra definir o que sinto, não há como dizer.
O vazio é grande e não é só na casa. Faz falta, muita falta. Para quem vou comprar esmalte lilás cintilante? Pra quem vou fazer “a melhor macarronada” e de quem vou receber tal elogio? Quem vai fazer minha poção quando eu estiver gripada?
Às vezes fico pensando se te fiz tudo que podia. Fico pensando tanto em você.
Eu sinto saudades e tudo que eu queria era você aqui, feliz e sorridente. Sem os problemas que te tiraram daqui.
Eu penso que nunca te agradeci por ter cuidado de mim quando eu era pequena, te ter brigado comigo por querer ver o meu melhor. Nunca agradeci por você ter me ensinado tantas coisas, como a cozinhar, como fazer o tempero, o pão e o pernil do natal. E tantas outras coisas...
Vó, nós vamos cuidar do vô...e você cuide de nós de onde estiver...
Eu te amo vó!
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sábado, 29 de setembro de 2007
Eu sou aleatória....
Um texto aleatório. É aleatório meu caro. Não há muito que se dizer, ou melhor, há muito, mais não sei ao certo que palavras usar. Eu ando cansada de muitas coisas, do trabalho, da vida, dessa maldita doença que corrói a minha avó. Ando cansada de correr e não sair do lugar, de chamar e ninguém responder e de interpretações difusas de coisas simples.
Se eu quero perto é por motivos simples, por precisar de sentimentos sinceros por perto, por que cansa muitas futilidades, cansa demais ter que explicar cada passo a ser dado. Vamos simplificar o jogo e contar as peças.
não ter tempo pra ver os amigos, viajar pra cidade do lado, comer uma boa comida, tomar um açaí no parque, fotografar coisas soltas, ler meus livros, sentar e papear com minha família, essa rotina está me corroendo. Eu estou cansada de sorrir para um monte de babacas, de ouvir as músicas bregas do meu chefe, das mesmas coisas sempre, de pessoas insignificantes, de sorrisos falsos, de melindres, de pessoas descartáveis, detestáveis...
é meu caro... Eu ando bem estranha...
[e se eu sumir? quem vai sentir a minha falta?]
[é um texto cheio de erros tbm, enfim quem se importa!]
[desabafo!]
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sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Letras do seu nome e as bandas...
Copiando a Biba...eita nominho chato o meu! humpft!
Guns and Roses
Incubus
Strokes
Engenheiros do Havaii
Los hermanos
Elis Regina
Weezer
Atax
Ludov
Enya
Kid abelha
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sábado, 22 de setembro de 2007
Não quero que você entenda errado....
Estou passando mal de uma saudade que não posso sentir. Meus opostos expostos para quem quiser tocar.
Minha modernidade e esse meu desejo de ter alguém por quem dedicar o sorriso e o amor.
O seu cheiro impregnado na pele, uma coisa estranha na mente e nos sentidos.
Por onde fugir e fugir de que se nada existe?
Eu não quero pensar, eu não quero pensar...
Mais te queria aqui para acariciar meus cabelos e me ninar nos seus braços...
[21/09]
[acho que entendeu....aiiiii se joga....]
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domingo, 2 de setembro de 2007
Surpresas...
É engraçado!
Os tempos mudaram mesmo e finalmente eu mudei também.
Antes seria no meio dos seus DVDs um bilhetinho pedindo desculpas ou qualquer outra frase desconsertada.
Qual foi a minha surpresa em ver o contrário. Um recado? Uma despedida? O que era aquele marcador, aquelas linhas?
Eu não sinto vontade de entendê-las. É verdade o fato de eu ter preguiça.
Você que era estimulo, era vida em minha vida...Perdeu o encanto.
[texto velho....e nem era isso que eu queria postar. Mais tá valendo.]
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domingo, 5 de agosto de 2007
Me irrita!
É incrivel como as pessoas se mostram incomodadas quando contestadas no que diz "a minha opinião é a que vale". Eu tenho dó, por perceber que a embalagem é bem melhor do que o conteúdo. Eu tentei entender, tolerar, rir de certas infantilidades e as vozinhas de criança mimada de ò que dó eu não tenho base.
Sei que esse texto dará dois sentidos, mais não tem. É tão direto como as mensagens disparadas pelo orkut. Eu tenho pena, aliás me sobra.
É engraçado ver tanta coisa inútil, tantos detalhes bregas, sorrir e ninguém ao mesmo perceber o que está se passando de fato.
Será que é difícil perceber que irrita, que tudo tem um limite. E que você já estrapolou o seu?
É torturante ter que encontrar tanta besteira, tanta falta do que dizer e acrescentar.
Eu pensei que houvesse um pouco de cultura. Mais a maquiagem é forte demais e sua vunerabilidade é cínica, é completamente desnecesssária. Desculpa-me mais eu não sirvo nem pra ouvir suas baboseiras diárias, suas lamentações falsas.
Eu também sei que ando muito estressada, tenho meus motivos reais. E toda a sua futilidade está me esgotando.
Sorry Sorry, mas eu não suporto mais!
[não queiram entender...]
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sexta-feira, 8 de junho de 2007
Linha do tempo...
Oitava série B, menino que apostou, a menina estranha da escola, baratas contadas, chuvas, pichações em paredes diversas, eu copiava a matéria, você respondia as questões de geografia, muitas aulas matadas, muitas risadas, choro e ciúmes.
Confusão, quase expulsão, apresentações inesperadas. Você aprendia bateria e eu sax... você continuou e eu não.
Teatro e Pirô-Piraquara os invés de aulas de matemática, mudança de escola, afastamento, paixões novas e diversas. Te via na rua, na cidade, na farmácia, nos sonhos.
Faculdade, promessa de casamento no portão, prédios vizinhos, namorada nova e ciumenta, namoro longo, birras sentimentais, ironia...
Uma aproximação sutil, dor de cabeça no ônibus, seu ombro, seu cheiro de banho, várias aulas e escolas, cansaço, gripe, surpresa no portão, saudades infinitas estando tão perto.
Shows repetidos, laranja e amarelo, o seu intenso, o meu sereno, poetas em comum, uma manhã encantadora ouvindo Vinicius de Moraes no vinil. Miles, hermanos, tantas músicas nos embalaram, tantas coisas, tantos versos.
Mensagem no celular pra te acordar, almoço em lugares simples, açaí, uma flor vermelha com fitas lilás, o quadro perfeito da ex, scraps pra disfarçar o ciúmes, uma seqüência encantadora de fotos, carnaval, show do U2 em VHS, em DVD, jogos de futebol, times diversos, pizza, pastel de purê, minha macarronada meia boca, parque com chuva, uma agenda meiga, CD perfeito do VM, litros de suco de uva no show, ops era vinho, amigos sorridentes, bagunça no supermercado de madrugada, um dilúvio e dizendo para a mãe no celular que estava apenas chuviscando, meus sapatos coloridos, sua jaqueta preta, loucuras no carro, sua voz de bebê, o sorriso perfeito, os filhos, o cachorro com nome estranho, uma sala verde, um quarto vermelho, uma cama grande, dormir de conchinha, dormir de costas quando as coisas estiverem ruim, encostar meu pé no seu, dizer te amo todas as manhãs, noites e em horários aleatórios, festa brega, programas bobos na tv, camiseta pra dormir, cafuné pra acordar, escada, corrida, garapa, apoio, cumplicidade, tolerância, conversas silenciosas, sintonia espiritual, suas loucuras, suas vontades, minha certeza, minha opção, meus medos, seus desejos, sua casa, meu quarto, aconchego, conversas sinceras, choro, choro, choro, risadas, compreensão, sua perfeição, eu segunda opção.
[por onde andei? por onde eu tenho andado....as chaves são as mesmas, nas esquinas há cores novas, vamos procurar soluções, hoje eu sei que muita coisa mudou, mesmo eu tendo milhões de dúvidas e tristezas, mesmo te querendo por perto. Eu não vou me comportar como uma opção, eu não estou no mercado...se eu sumir....vai ser pra sempre]
[02/2007]
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quarta-feira, 30 de maio de 2007
Sem sintonia...
Estou com preguiça das pessoas. É eu tenho PRE-GUI-ÇA de você!
Tenho inspirações a cada passo que dou, mas todas se transformam em palavras clichês de um amor pra lá de démodé.
Não existe mais nesse mundo preguiçoso, como eu, um amor assim como o meu.
Eu respeito tanto que não ligo eu não deixo rastros. Que não respiro o mesmo ar, não faço questão de estar perto da sua insanidade, evitando assim que você abra feridas no meu peito.
Tantos problemas alheios ao seu que me preocupam. Você tão alheio a minha vidinha medíocre, ao que me anda tirando o sono e o sorriso.O te importa se não sua paixão desvirada e doentia? Nada!
Até que ponto irá sua falta de amizade? Até que ponto?
Já não penso tanto para sofrer menos, para que não se torne certeza e decepção.
Ontem me dei conta de quanto tempo já passou, de quanta coisa está acontecendo do meu lado. E que você só se preocupa com o seu umbigo imundo, seu mundinho pequeno e cheio de birras.
São nesses momentos que penso: onde está o menino que me dava apoio? Onde está? Que dizia "Gi, em dez minutos eu estou ai"...aham....onde?
As lágrimas correm sem direção e nunca você esteve aqui para enxugá-las.
E hoje eu me dei conta que tenho PRE-GUI-ÇA de você, da sua indiferença, do seu joguinho porco.
Eu me irrito de ver suas palavras, eu me irrito com seus detalhes, suas provocações minuciosas, sua pequeneza.
Sempre a mesma ladainha, com pequenas diversas e saltitantes. As bruxinhas da vez de um romance antigo e desgastado.
Não posso ser uma marionete na sua mão, não posso cortar dez centímetros pra ficar do tamanho do seu desejo. Não posso ser uma bonequinha que não pensa. Sou mulher, sou um coração.
É eu tenho preguiça das pessoas!
E eu me assusto com a pessoa que você vem se mostrando.
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terça-feira, 29 de maio de 2007
Liberdade
Olho as ruas escuras, abro o portão e começo a vagar pela cidade.
O estranho é não ver pessoas, o bom é saber que não irá encontra-las. E as que encontro são aquelas que são necessárias e lógico bem vindos a minha madrugada.
O silêncio delicioso, o vento frio finalmente começa a bater em meu rosto. Um misto de felicidade e sono. Muita música eletrônica para despertar, assim como a coca-cola as seis da manhã.
Vejo o dia nascer todos os dias, na mesma janela entreaberta, uma rotina engraçada, insana e um pouco corrosiva. A sonolência bate umas duzentas vezes e há muita coisa pra ver. Você viu se saiu tal coisa? Por que esse cara não pára de dar entrevista? Risadas, muita água, alguns gritos.
Inglês, inglês, francês, espanhol, chinês, muitos sites, sistema lento.
Quando o tempo parece parar está na hora de voltar para casa provisória, sol, ônibus cheios de estudantes barulhentos, ruas que estou me familiarizando, tantos detalhes.
Todas as mudanças acontecendo aos poucos. Sonhos se concretizando...
Uma nova liberdade.
[texto de março...]
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segunda-feira, 7 de maio de 2007
Teste seu vocabulário
Resultado: 21 pontos
Eu tenho um excelente vocabulário.
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Oferecimento: InterNey.Net
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terça-feira, 1 de maio de 2007
Um questionário divertido!
1.Nome completo:
Gisele Walek
2. Apelido:
Gi.
3.Cor favorita:Laranja
4. Time:
Corinthians
5. Data de Nascimento:
23/01/1983
6. Onde mora:
São José dos Campos/SP
7. Programa de TV favorito:
Quase não assisto
8. O que você tem no mouse pad:
Não tenho mouse pad
9. Cheiros favoritos:
Banho
10. Pior sentimento do mundo:
Indiferença
11. Melhor sentimento do mundo:
Amor
12. Dois defeitos seus:
Estressada, ansiosa.
13. Duas qualidades:
Tolerante, calma
14. Qual a 1ª coisa que você pensa quando acordade manhã?
"A noite vai ser longa"
15. É romântico?
Sim e não gosto
16. Montanha-russa: assustadora ou excitante?
Excitante
17. Caneta ou lápis?
Lápis.
18. Quantos toques antes de atender o telefone?
Uns 2!
19. É amigo(a) do telefone ou só usa quando necessário?
Só uso quando necessário
20. Comida favorita:
Lasanha
21. Você se dá bem com seus pais?
Sim
22. Quem você tem como irmão?
Dois seres difíceis e amáveis
23. Namorar ou ficar?
Namorar.
24. Você tem muitos amigos?
Não..
25. Se você tem, como se sente quando rodeado poreles?
Me sinto bem com meus poucos amigos...
26. O que você mais gosta de fazer?
Escrever, ler, internetear, fotografar, dormir, Dormir, comer, escrever, ler, beijar...
27. Chocolate ou baunilha?
Chocolate...
28. Sorvete preferido:
Flocos
29. Torrada ou bacon?
Bacon.
30. De quem você sente saudade?
De uma pessoa que nem está tão longe assim...
31. Sente medo de:
É um segredo..
32. Quem você levaria para uma ilha deserta?
Ninguém...
33. Qual seu signo zodiacal?
Aquário
34. Qual o seu poeta favorito?
Vinicius de Moraes
35. Qual sua bebida favorita?
Coca-cola
36. Para tingir seu cabelo de uma cor, qual seria?
Vermelho!
37. O que tem nas paredes do seu quarto?
Tinta.
38. O que tem debaixo da sua cama?
Nada
39. Você é destro(a), canhoto(a) ou ambi-destro(a)?
Destra.
40. Qual seu número favorito?
23
41. Noite ou dia?
Noite.
42. Qual é o carro dos seus sonhos?
Nada em mente...
43. Esporte favorito:
Pular na cama elástica...
44. Um grande amor da sua vida:
Minha família.
45. Está apaixonado no momento?
Paixão?! Não... é o amor que me move.
46. Está sendo correspondido?
oi?! ¬¬
47. Vale a pena amar?
Sempre!
48. O que você estava ouvindo enquanto respondia este questionário?
Los hermanos, sempre e sempre...
49. Melhor beijo:
O dele.
50. Menino que você mais amou na vida:
...enfim
51. 7 pessoas pra amaldiçoar:
Quem estiver afim de perder um pouco de tempo!
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quinta-feira, 26 de abril de 2007
Revira-volta!
Imagine uma historia bonita. Imaginou? Agora coloque várias porções de complicação, preocupação, insanidade, sagacidade, falta de ar, amor. Muitas sobras de saudades descabidas.Essa história no meu quadro é bicolor, talvez no outro cinza. Muitas chuvas, muito choro, muito amor abafado. Sem poder gritar. Sem poder dizer o que está pulsando no peito. Como fazer você entender?Ando cansada de ver você trocar tanta coisa como se trocasse a roupa depois que chegou do trabalho. Eu odeio enxergar quem é a “bola da vez”. Eu odeio ouvir que sou mais ciumenta e que você sente e que já conversou comigo.Eu estou cansada. Meu maior desejo é me desvincular desse amor. É fazer como você, nada importa tanto.E uma frase vem bem a calhar “O essencial é invisível aos olhos“ do Pequeno Príncipe. Encaixa tanto no sentido da odisséia que a sua vida esta passando e também ao sentimento que eu sinto e você não vê!Amar demais e viver sem paz!
10/4/2007 – 4 meses da reviravolta! :/
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